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Até 17/12/2017 às 10:01h

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Os talismãs astrológicos... A chave secreta da magia...

Desde seu começo na idade clássica até seu declínio em finais do 17º século, a astrologia era parte de um maior corpo de conhecimento, amplamente chamada de tradição hermética, cujas bases filosóficas se originaram de tradições filosóficas diversas combinadas. Segundo o astrólogo Zanon Melo, como parte de um todo orgânico e vivo, a astrologia participou de uma filosofia do cosmo, arraigada em grande parte nas correspondências ocultas entre as várias partes da criação, justificada pelas suas qualidades compartilhadas.

Mercúrio regendo o elemento de mesmo nome por causa de sua mutabilidade, como também as aranhas cujas formas esperta de ser seriam a quintessência mercurial, também os esquilos que se apressam acumulando nozes para o inverno e, ainda vitriol, ácido sulfúrico, o potente agente cáustico conhecido por corroer a maioria dos elementos conhecidos na época. Agrupando estes vários elementos debaixo da égide de Mercúrio, chegaram os antigos místicos a conclusão de que havia uma correspondência direta entre os vários elementos que sofriam as influências energéticas dos planetas - diz ele.

O universo físico, perceptível às sensações, era pensado como o corpo de uma entidade mais vasta, o cosmos, cuja alma, o mundi de anima, animava o e dava vida da mesma maneira como a alma de homem anima o corpo, explica o astrólogo. Então foi visto uni jogo astrológico e cósmico de correspondência entre as partes do universo que compartilharam do mesmo momento da criação, a mesma qualidade de tempo e da mesma evolução.

Nesse ponto - lembra - a Astrologia estudou uma dessas cadeias de associação, cumprindo seu propósito, descrevendo instâncias, os símbolos e as raízes dos problemas existenciais, bem como, exerceu uma função terapêutica descrevendo bloqueios, nós energéticos, as condições estáticas e dinâmicas do homem, harmonizando o indivíduo com o seu ambiente. Nessa época, o diagnóstico astrológico cresceu bastante, só sendo modificado pela sua visão simbólica psicológica mais tarde. Nesse contexto, iniciou-se o estudo e a praticidade no desenvolvimento dos talismãs astrológicos.

Zanon define o Talismã como um apoio criado com base na manifestação de energias resultantes de influências planetárias nos cinco elementos, na natureza e no seu possuidor. E uma consagração energética fortíssima usada com objetivos variados como saúde, transmutação de energias, e proteção, entre diversas outras utilizações.

Segundo ele, quatro passos são inerentes ao processo da criação e consagração de um talismã:

O primeiro passo é a análise das energias apresentadas no Mapa Astral do nascimento do nativo, obedecendo a uma diagnose astrológica em que se vê os planetas mais e menos energizados no momento da entrada da alma no mundo, a posição e angularidade desses planetas com relação aos Nodos e as posições arábicas, dentre outras observações, principalmente quanto as posições arábicas.

Como segundo passo, Zanon cita a eleição do tempo de criação do Talismã é feita de forma que a influência desejada seja a mais energética possível. Para isso, é usada a astrologia eletiva, o regente da hora, os objetivos de quem vai usá-lo e a assinatura do mapa. Também é importante a posição e os aspectos dos planetas a serem energizados para o atingimento dos objetivos. Por exemplo, Júpiter em trígono com Vênus é ideal para o talismã assegurar a felicidade no casamento, bem como um Marte aflito em quadratura com Saturno ajuda para talismãs com objetivos mais obscuros. Em função disso, a criação de um talismã pode ter que ser adiada até por anos, enquanto se aguarda a formação do aspecto correto para o objetivo. Por outro lado, uma vez que as condições estejam maduras, o operador irá entrar num redemoinho de atividades para capturar a essência energética do momento em tanto talismãs quanto ele puder. Muito importante na criação do Talismã é a posição da Lua, em PÜ~iÇ~O diurna (o ideal é que esteja no Ascendente para operações diurnas) ou noturna (para operações noturnas), a lunação, elo importantíssimo em todas as operações ocultas, sejam positivas ou destrutivas. Além dessas, são muitas as regras com respeito a Lua para a confecção de um Talismã.

O terceiro passo, como diz o astrólogo, é a criação material para confecção do Talismã envolve as condições planetárias assinaladas pelos mapas Natal e Kármico, bem como as representações simbólicas das energias planetárias, o assim chamado "Segredo Planetário". O material a ser usado na confecção do Talismã, no momento eleito, pode ser orgânico ou inorgânico, mas deve ser associado com a energia planetária que deve ser captada para sua utilização. Esses podem ser minerais, metais, vegetais, animais e humanos. Normalmente, são usados os quatro primeiros, por serem mais fáceis de serem conseguidos, isolados ou combinados, de acordo com o planeta e com os objetivos. Os combinados tem a preferência, pois muitos elementos ligam-se apenas em parte ao planeta, por isso, quando associados, sua energia se torna muito mais forte. Mais importante se faz frisar que essas combinações devem ser harmônicas, sem apresentar nenhuma desarmonia, pois essa poderia comprometer seus resultados. Há uma forte preferência por Talismãs metálicos, tendo em vista que esses podem ser fundidos anteriormente e energizados imediatamente quando se dá o aspecto astrológico, sendo que ainda há estudos muito completos e comprovados na atribuição de vários metais para os respectivos planetas, com uma correspondência bastante objetiva.

Zanon Melo observa que cada passo, no processo de confecção de um talismã simples ou composto, tem que ser acompanhado por um decreto objetivo do propósito da operação, entrando aqui a parte verbal, condição básica para consagrações efetivas.

Quando a consagração é feita, as orações e mantras devem ser verbalizados, bem como o operador deve dizer seu desejo. Se for escolhida uma planta, ou uma pedra, o operador deve declarar seu objetivo, e se for uma figura, o desejo deve ser declarado oralmente e escrito como decreto. A impregnação dos talismãs com a energia planetária no tempo eleito em sua criação, e com atributos energéticos planetários por sua substância podem ter que passar por alguns passos, como serem enterrados, expostos a natureza, a fim de captar essas energias e mais rapidamente atingir os objetivos preestabelecidos.

Para quarto passo, Zanon lembra a prece ou o mantra para as energias planetárias no momento, bem como os Decretos dos efeitos desejados, a hivocação. Na confecção do Talismã, segundo ele, bá alguns aspectos que vão além de sua composição e recitação das preces e mantras. Essa é a invocação, a personalização das energias planetárias em um contexto apresentado pelo equilíbrio holístico entre a pessoa que usara o Talismã e as energias da natureza. Essa sela o elo entre o Talismã e seu propósito intencional. Sem este vinculo criado na presença das entidades astrais, o Talismã é somente um objeta que procura atingir, "sem conseguir" conexão entre a pessoa e a situação.

Por isso - ressalta o astrólogo, aquele que confecciona o Talismã tem que acreditar firmemente no justeza do que empreende, sem nenhuma dúvida sobre a operação, de forma que a influência da alma racional seja assim forte e o testamento da alma mundial possa selá-la. Nesse ponto, o operador estará ligando o Microcosmo ao Macrocosmo, o Talismã ao Cosmos. Tendo criado o Microcosmo, o Talismã, ele o transforma em um símbolo operacional de poder, com decretos mentais e intencionais, e verbalmente com mantras, além de usar imposição de mãos produzindo formas energéticas para que as energias do Macrocosmo se manifestem.

Zanon Melo explica que, para compor invocações que atraiam o poder de uma estrela ou de uma entidade, o operador deve considerar suas virtudes, seus delitos e a ordenação das partes da cerimônia. Então o operador deve louvar. embelezar e exaltar com ênfase os efeitos desta estrela ou entidade e o que provê; bem como pedir, além de rejeitar o que destrói ou previne e pede isto por compromissos solenes para que seja comedido aquilo que se intensiona, o desejado de se obter e manter aquilo que é desejado destruir ou prevenir.

Para isto, o operador tem que escrever uma oração forte, elegante com parágrafos claramente distintos. O elemento mais importante na prece deve ser seu tamanho. Deve economizar no uso dos mantras e yantras e ter o máximo de enfoque.

Para concluir, Zanon diz que os Talismãs astrológicos tendem a ser ilimitados em energia, e muitas vezes nebulosos. Devem ser criados, para que atinjam sua finalidade sem pressa, podendo ser também combinados com outras técnicas holísticas, como o Reiki, que manterão sua energia, e a Numerologia, que promove um novo batismo. Essa técnica hoje esquecida é uma parte nobre da Astrologia e das ciências naturais e precisa ser revivida nesse final de século.

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