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Até 23/10/2017 às 20:28h

Tarô

Uma das grandes utilizações do Tarô, muito usada em antigas civilizações, bem como no mundo atual por aquelas que mantém suas tradições vivas, como alguns povos orientais e os indianos, é o uso de suas lâminas como fonte de inspiração para meditação, seja como Yantras (mantras visuais) ou Mandalas pessoais, de forma que cada lâmina tome-se uma valiosa peça, inspirando mergulhos interiores cada vez mais ricos. Também pode ser usado, segundo o tarólogo e astrólogo, Antonio Zanon Melo, todo o baralho em cada seção, um baralho diferente de cada vez ou uma mistura de baralhos, essa última em estágios mais adiantados.

De qualquer forma o mergulho na alma é cada vez mais intenso - afirma ele. Com a evolução nessa meditação, símbolos que passaram desapercebidos passam a compor um novo sentido.

Quanto ao baralho, ele diz que podemos usar diversos, sendo que grandes desenvolvimentos são propostos pelo uso do Tarô de Crowley (ou Livro de Thot) com sua infinidade de símbolos mágicos e do Tarô de Mme. Indira, que traz em si a herança da antiga ciência do "Mahabbarata", ciência que presenteia ao dono desse Tarô, pelo simples fato de manipulá-lo e usá-lo sempre junto a si, paz interior e serenidade, sendo ainda excelente para o desenvolvimento da clarividência e da mediunidade latentes.

Essa meditação - acrescenta - permite ao seu praticante sair de seu universo limitado pelos cinco sentidos e ver o futuro com lucidez e clareza. Importante é que cada uma de suas lâminas ou Yantras (mantras visuais) apresenta um grupo de símbolos que, vistos como conjunto, representam um sistema de energias em que a humanidade está presente como um todo, com seu eterno registro de idéias e pensamentos (Akashico), assim como Hecate com todo o mal do mundo.

Zanon diz que, tradicionalmente, esses baralhos dividem-se em Arcanos Maiores e Menores, apresentados de forma separada ou como síntese. Há também no Tarô, assim como nos baralhos modernos a divisão em quatro naipes: espadas, paus, copas e ouros. Esses naipes representam os quatro elementos, respectivamente: ar, fogo, água e terra.

Na 1ª meditação - explica - importante é que o praticante entenda que, para essa finalidade, não há uma maneira certa de usar as lâminas, sendo que o melhor dos métodos é aquele que emerge de si como numa inspiração (Escola Interna, o aprendizado com com o mentor ou guia espiritual Interno). Então, inicialmente, deve o praticante misturar as cartas e olhar lentamente o baralho, lâmina por lâmina, separando em um monte aquelas pelas pelas quais experimenta forte atração, bem como em outro, aquelas que provocam urna sensação desagradável. Deve, então, novamente olhar as cartas que o atraem e guardar mentalmente seus nomes, pois essas serão as cartas que irão ajudá-lo em suas meditações iniciais. Também devem ser registradas as lâminas que não o agradaram nessa vista.

Segundo Zanon, com o passar do tempo, prosseguindo na prática continuada com as lâminas, sua sensibilidade irá mudar sua reação ao simbolismo de certas lâminas. Dai, sua relação com o Tarô deve ser de amor e amizade. Quanto ao local de meditação, ou intimismo com o Tarô, esse não deve ser confuso nem ruidoso, e sim calmo, transmitindo paz e sossego. Se necessário. pode o praticante usar música relaxante externa (ou interna, dependendo de seu grau de desenvolvimento) e incenso, cultivando cada vez mais sua intimidade com o Tarô. Suas vestes devem ser livres e arejadas.

Tomadas essas providências iniciais, poderá começar a prática - recomenda. Primeiro, com a respiração, que deve inicialmente ser profunda. Posteriormente, devemos acrescentar-lhe ritmo, observando a regra: quando o ar entra, a barriga sai; quando o ar sai, a barriga entra.

Ele recomenda também que devem ser observadas as seguintes regras de postura: as costas devem estar eretas, o rosto e o restante do corpo descontraídos, os olhos. vendo sem forçamento, sendo que a respiração deve ser exclusivamente via nasal e silenciosa. Então, após a inspiração profunda deve o praticante reter o ar por expirando, visualizar e sentir suas tensões corporais deixando seu corpo. Assim deve continuar por algum tempo, por mais três ou quatro vezes. Esse exercício de respiração é apenas um início do preparo para a meditação, limpando o corpo, desimpedindo os canais para a abertura do espírito.

Após os respiratórios - diz Zanon, deve o praticante olhar (sem se concentrar, apenas olhar) a carta ou cartas eleita(s). Também não deve pensar nas imagens. Deve deixar que seu Eu interior, seu mentor ou guia espiritual interno trabalhe a imagem enquanto descansa. Nesse momento, pode o praticante sentir sua mente cheia de pensamentos, sendo alguns diretamente ligados com símbolos do Tarô. Outros que não fazem sentido no momento. Isso é normal cm meditação. São obstáculos que serão vencidos com a prática, bem como sons ambientes. Vencer isso é um passo para atingir a clarividência e a consciência cósmica.

Mas, segundo o tarólogo, a grande barreira é o pensamento "medito certo?". Então, não existe uma forma correta de meditar, apenas inicialmente deve haver menos preocupação com a técnica e mais com o relaxamento. Isso irá acelerar o caminhar do praticante para o contato com seu mentor. E recomendável que, quando o praticante sentir os pensamentos derivados chegarem à mente, aumente o relaxamento e, também, aumente vagarosamente sua atenção ao Tarô. Deve suavemente olhar a(s) lâmina(s), seu simbolismo, sem estudá-los, apenas olhar. Deixar que os símbolos o conduzam ao seu interior, sabendo que o pensamento inspirado pela lâmina não é importante, e sim a inspiração,o inspirar (respirar) a lâmina e deixar que essa atue internamente.

Zanon Melo diz que esse é o caminho do Tarô para a criatividade, o seu centro interior, o encontro com seu mentor e sua exaltação. Ao completar essa viagem interior. as cartas terão um novo significado, assim como tudo a sua volta, pois estará repleto de uma imensa paz interior.

Quanto aos períodos de meditação, o tarólogo lembra que esses variam e devem ser prolongados de forma natural, de acordo com a evolução de cada praticante. Diferentes escolas recomendam tempos diferentes. E recomendável que seja regular e sempre no mesmo ambiente. Swami Sivananda, recomenda uma vez ao dia entre 4 e 6 da manhã, pois nesse horário a mente está calma e fresca, bem como a atmosfera. A Linha Transcendental recomenda duas vezes ao dia. Sem embargo, a meditação nas lâminas é parte essencial à tirada das cartas com vidência e inspiração, garantindo previsões cada vez mais acertadas, assim como insights inusitados para o praticante.

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